Diversidade e inclusão social

“Mamãe, por que aquele menino está de cadeira de rodas?”. “A pele dele é diferente da minha, por quê?”. Quem nunca escutou uma destas curiosas perguntas das crianças e ficou sem saber o que falar?

Explicar para os nossos filhos que as pessoas são diferentes nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos pais têm medo que um comentário inocente do filho possa constranger o outro e, quando deparados com a pergunta, não sabem muito bem como elucidar a dúvida.

Falar sobre diversidade é ensinar aos pequenos sobre o respeito que devemos ter com as diferenças dos colegas. Isso deve ser feito logo na primeira infância, para que, desde cedo, o preconceito seja eliminado do meio onde a criança convive.

A criança deve entender que, sim, somos diferentes. Um tem cabelo loiro, outro escuro. Um tem pele clara, outro, negra. Um usa cadeira de rodas e o outro pertence a uma religião onde se tem hábitos diferentes. Não adianta falar que somos todos iguais se ela está vendo que é diferente do amiguinho.

Mas o que deve ser ensinado aos mais novos é que, apesar das diferenças, sejam físicas, mentais, intelectuais ou culturais, todos merecem ser tratados com respeito. Só assim poderemos ter cidadãos mais educados e respeitosos que se preocupam com os outros, possuindo o espírito de coletividade.

Promover a inclusão de alunos especiais no ensino regular é uma ótima chance de ensinar aos alunos noções de interação, incentivo e superação. Ao conviverem com um amiguinho com dificuldades intelectuais, por exemplo, dá a chance de eles aprenderem mais sobre o mundo e sobre eles mesmos, especialmente em questões de empatia e amizade. E, do outro lado, o aluno especial que está inserido no meio escolar ganha o incentivo dos coleguinhas e professores e aptidões que de outra forma não ganharia.

Quando dizemos que a Educação é a chave de mudança do mundo não nos referimos apenas a formar cidadãos mais cultos e preparados no Português e na Matemática. A Educação vai além disso: ela é capaz de criar uma sociedade mais justa para todos, apesar das diferenças.

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Colégio Iguatemy